Nanã Burucu


Sálù bá Nàná Burúkú !

 

TRADIÇÃO_________________________________________________

 

Naná Buruku é a divindade da lama e dos pântanos. Ela é a mais velha orixá vinculada a água e é a mãe da morte, que ela guarda na profundidade da terra. Ela é protetora dos segredos e responsável pela formação do corpo humano. Nana dança de uma maneira digna, demostrando sua velhice e embalando o ibiri como um bebê, para simbolizar seu relacionamento com o falecido. Suas cores são o azul escuro, lilás e branco. Seus dias consagrados são a segunda e o sábado e sua saudação é “Saluba” .

 

 

 

ARQUÉTIPO_________________________________________________________________

 

Nanã Buruku é o arquétipo das pessoas que agem com calma, benevolência, dignidade e gentileza. Das pessoas lentas no cumprimento de seus trabalhos e que julgam ter a eternidade à sua frente para acabar seus afazeres. Elas gostam das crianças e educam-nas, talvez, com excesso de doçura e mansidão, pois têm tendência a se comportarem com a indulgência dos avós. Agem com segurança e majestade. Suas reações bem equilibradas e a pertinência de suas decisões mantêm-nas sempre no caminho da sabedoria e da justiça.

 

(Do livro "Orixás - Pierre Fatumbi Verger - Editora Corrupio")


 


LENDAS_____________________________________________________________________

 

 

(1)

Nanã era considerada como a grande justiceira. Qualquer problema que ocorria em seu reino, os habitantes a procuravam para ser a juíza das causas. No entanto, Nanã era conhecida como aquela que sempre castigava mais os homens, perdoando as mulheres.

Nanã possuía um jardim em seu palácio onde havia um quarto para o eguns, que eram comandados por ela. Se alguma mulher reclamava do marido, Nanã mandava prendê-lo chamando os eguns para assustá-lo, libertando o faltoso em seguida.

Osalufã sabedor das atitudes da velha Nanã resolveu visitá-la. Chegou a seu palácio faminto e pediu a Nanã que lhe preparasse um suco com igbins. Oxalufã muito sabido fez Nanã beber dele, acalmando-a e a cada dia que passava ela gostava mais do velho rei.

Pouco a pouco Nanã foi cedendo aos pedidos do velho, até que um dia levou-o a seu jardim secreto, mostrando-lhe como controlava os eguns. Na ausência de Nanã, Oxalufã vestiu-se de mulher e foi ter com os eguns, chamando-os exatamente como Nanã fazia, ordenando-lhes que deveriam obedecer a partir dali somente ao homem que vivia na casa da rainha. Em seu retorno Nanã tomou conhecimento do fato ficando zangada com o velho rei. Foi então que rogou uma praga no velho rei que partir dali nunca mais usaria vestes masculinas. Por isso até hoje Oxalufã veste-se com saia cumprida e cobre o rosto como as deusas rainhas.



(2)

Nanã Buruku é a divindade das águas, a mais antiga de todas, muito velha e arredia, dona das águas paradas, das lagoas e dos pântanos.

Certa feita, numa reunião com todos os Imalés, falou-se muito sobre Obatalá, aquele que criou os homens, sobre Orunmyilá, o dono do destino dos seres humanos. Sobre Esu disseram que era um importante mensageiro, e sobre Ogun, que era o mais importante de todos, que era o dono do ferro e dos metais e que sem as ferramentas que ele fazia era impossível plantar, colher, construir ou fazer a guerra. Todos o reverenciaram, menos Nanã Buruku.

Ela se dispôs a provar que não precisava dos metais. Com as madeiras mais duras da floresta fez cavadeiras para semear e cavar; para caçar, fez flechas de caniço e osso; para cozinhar, panelas de barro; para guerrear, lanças e clavas, facas de bambu e escudos de couro de rinoceronte.

É por isso que não se usam objetos de metal para matar os animais oferecidos a Nanã Buruku.



(3)

Dizem que quando Olorum encarregou Osalá de fazer o mundo e modelar o ser humano, o Òrìsà tentou vários caminhos. Tentou fazer o homem de ar, como ele. Não deu certo, pois o homem logo se desvaneceu. Tentou fazer de pau, mas a criatura ficou dura. De pedra, mas ainda a tentativa foi pior.

Fez de fogo e o homem se consumiu. Tentou azeite, água e até vinho de palma, e nada. Foi então que Nanã veio em seu socorro e deu a Osalá a lama, o barro do fundo da lagoa onde morava ela, a lama sob as águas, que é Nanã. Osalá criou o homem, o modelou no barro.

Com o sopro de Olorum ele caminhou. Com a ajuda dos òrìsà povoou a Terra. Mas tem um dia que o homem tem que morrer. O seu corpo tem que voltar à terra, voltar à natureza de Nanã. Nanã deu a matéria no começo mas quer de volta no final tudo o que é.

 

 

Nanã condena Oxalá

 

Nanã era considerada como a grande justiceira. Qualquer problema que ocorria em seu reino, os habitantes a procuravam para ser a juíza das causas. No entanto, Nanã era conhecida como aquela que sempre castigava mais os homens, perdoando as mulheres.
Nanã possuía um jardim em seu palácio onde havia um quarto para o eguns, que eram comandados por ela. Se alguma mulher reclamava do marido, Nanã mandava prendê-lo chamando os eguns para assustá-lo, libertando o faltoso em seguida.Osalufã sabedor das atitudes da velha Nanã resolveu visitá-la. Chegou a seu palácio faminto e pediu a Nanã que lhe preparasse um suco com igbins. Oxalufã muito sabido fez Nanã beber dele, acalmando-a e a cada dia que passava ela gostava mais do velho rei.
Pouco a pouco Nanã foi cedendo aos pedidos do velho, até que um dia levou-o a seu jardim secreto, mostrando-lhe como controlava os eguns. Na ausência de Nanã, Oxalufã vestiu-se de mulher e foi ter com os eguns, chamando-os exatamente como Nanã fazia, ordenando-lhes que deveriam obedecer a partir dali somente ao homem que vivia na casa da rainha. Em seu retorno Nanã tomou conhecimento do fato ficando zangada com o velho rei. Foi então que rogou uma praga no velho rei que partir dali nunca mais usaria vestes masculinas. Por isso até hoje Oxalufã veste-se com saia cumprida e cobre o rosto como as deusas rainhas.

 


Disputa entre Nanã Buruku e Ogum

 

Nanã Buruku é uma velhíssima divindade das águas, vinda de muito longe e há muito tempo.

Ogum é um poderoso chefe guerreiro que anda, sempre, à frente dos outros Imalés.

Eles vão, um dia, a uma reunião.

É a reunião dos duzentos Imalés da direita e dos quatrocentos Imalés da esquerda.

Eles discutem sobre seus poderes.

Eles falam muito sobre obatalá, aquele que criou os seres humanos.

Eles falam sobre Orunmilá, o senhor do destino dos homens.

Eles falam sobre Exú: "Ah! É um importante mensageiro!"

Eles falam muita coisa a respeito de Ogum.

Eles dizem: "É graças a seus instrumentos que nós podemos viver. Declaramos que é o mais importante entre nós!"

Nanã Buruku contesta então: "Não digam isto. Que importância tem, então, os trabalhos que ele realiza?"

Os demais orixás respondem: "É graças a seus instrumentos que trabalhamos pelo nosso alimento. É graças a seus instrumentos que cultivamos os campos. São eles que utilizamos para esquartejar."

Nanã conclui que não renderá homenagem a Ogum. "Por que não haverá um outro Imalé mais importante?"

Ogum diz: "Ah! Ah! Considerando que todos os outros Imalés me rendem homenagem, me parece justo, Nanã, que você também o faça."

Nanã responde que não reconhece sua superioridade. Ambos discutem assim por muito tempo.

Ogum perguntando: "Você pretende que eu não seja indispensável?"

Nanã garatindo que isto ela podia afirmar dez vezes.

Ogum diz então: "Muito bem! Você vai saber que eu sou indispensável para todas as coisas."

Nanã, por sua vez, declara que, a partir daquele dia, ela não utilizará absolutamente nada fabricado por Ogum e poderá, ainda assim, tudo realizar.

Ogum questiona: "Como você fará? Você não sabe que sou o proprietário de todos os metais? Estanho, chumbo, ferro, cobre. Eu os possuo todos."

Os filhos de Nanã eram caçadores. Para matar um animal, eles passaram a se servir de um pedaço de pau, afiado em forma de faca, para o esquartejar.

Os animais oferecidos a Nanã são mortos e decepados com instrumentos de madeira.

Não pode ser utilizada a faca de metal para cortar sua carne, por causa da disputa que, desde aquele dia, opôs Ogum a Nanã.


(Do livro "Lendas Africanas dos Orixás de Pierre Fatumbi Verger e Carybé - Editora Currupio)


Nanã fornece a lama para a modelagem do homem

 

Dizem que quando Olorum encarregou Oxalá

de fazer o mundo e modelar o ser humano,

o orixá tentou vários caminhos.

Tentou fazer o homem de ar, como ele.

Não deu certo, pois o homem logo se desvaneceu.

Tentou fazer de pau, mas a criatura ficou dura.

De pedra ainda a tentativa foi pior.

Fez de fogo e o homem se consumiu.

tentou azeite, água e até vinho de palma, e nada.

Foi então que Nanã Burucu veio em seu socorro.

Apontou para o fundo do lago com seu ibiri, seu cetro e arma,

e de lá retirou uma porção de lama.

Nanã deu a porção de lama a Oxalá,

o barro do fundo da lagoa onde morava ela,

a lama sob as águas, que é Nanã.

Oxalá criou o homem, o modelou no barro.

Com o sopro de Olorum ele caminhou.

com a ajuda dos orixás povoou a Terra.

Mas tem um dia que o homem morre

e seu corpo tem que retornar à terra,

voltar à natureza de Nanã Burucu.

Nanã deu a matéria no começo

mas quer de volta no final tudo o que é seu.

 

(Mitologia dos Orixás,2001,pp.197)

 
 

Nanã proíbe instrumentos de metal no seu culto

 

A rivalidade entre Nanã Burucu e Ogum data de tempos.

Ogum, o ferreiro guerreiro,

era o proprietário de todos os metais.

Eram de Ogum os instrumentos de ferro e aço.

por isso era tão considerado entre os orixás,

pois dele todas as outras divindades dependiam.

Sem a licença de Ogum não haviam sacrifícios;

sem sacrifício não havia orixá.

Ogum é o Oluobé, o Senhor da Faca.

Todos os orixás o reverenciavam.

Mesmo antes de comer pediam licença a ele

pelo uso da faca, o obé com que se abatiam os animais

e se preparava a comida sacrificial.

Contrariada com essa precedência dada a Ogum,

Nanã disse que não precisava de Ogum para nada,

pois se julgava mais importante do que ele.

"Quero ver como vais comer,

sem faca para matar os animais", disse Ogum.

Ela aceitou o desafio e nunca mais usou a faca.

Foi sua decisão que, no futuro,

nenhum de seus seguidores se utilizaria de objetos de metal

Que sacrifícios feitos a ela

fossem feitos sem a faca,

sem precisar da licença de Ogum.

 

(L.Mitologia dos Orixás,2001,pp.201)

 

 

Olocum isola-se no fundo do oceano


Olocum vivia na água e vivia na terra.
A natureza de Olocum era anfíbia.
olocum tinha vergonha de sua natureza, pois ela não era nem uma coisa nem outra.
Ela se sentia muito atraída por Orixá Ocô, mas não queria ter relações com ele, pois temia ser objeto de ridículo.
Olocum, então, pediu conselho a Olofim, que lhe assegurou que Orixá Ocô era um homem sério e reservado.
Olocum criou coragem e foi viver com o orixá lavrador, mas este descobriu a particularidade que existia na natureza de Olocum e contou a todos.
Todos ficaram sabendo da ambígua natureza de Olocum.
A vergonha fez com que Olocum se escondesse no fundo do oceano, onde tudo é desconhecido e aonde ninguém nunca pode chegar.
Olocum nunca mais deixou o mar e agora só esse é o seu domínio.
Outros dizem que Olocum se transformou numa sereia, ou uma serpente marinha que habita os oceanos.
Mas isso ninguém jamais pôde provar.

 

(Mitologia dos Orixás,2001,pp.405)

 

 

VERSOS_____________________________________________________________________

 

Os Oríkì (do yorùbá, orí = cabeça, kì = saudar) são versos, frases ou poemas que são formados para saudar o orixá referindo-se a sua origem, as suas qualidades e a sua ancestralidade. Os Oríkìs são feitos para mostrar grandes feitos realizados pelo Orixá.

Apesar disso, podemos deparar-nos com Oríkìs não só para os Orixás, mas também para pessoas que foram grandes lideres, caçadores, governantes, sacerdotes, reis, rainhas, príncipes e todas as pessoas, que num passado distante ou recente fizeram algo de importante para com uma comunidade ou para com o povo.

Porém, para entendermos bem o significado desses Oríkìs devemos ter bons conhecimentos sobre os Orixás ou a entidade a quem o Oríkì é dedicado.

É fácil encontrar Oríkìs que fazem referências a factos ou atitudes, que para nós podem até não ser bem compreendidos, porém, segundo a tradição Yorubá, é justamente através de exemplos que descobrimos o verdadeiro sentido das coisas.

Portanto, aquando da análise da tradução de certos Oríkìs você poderá achar confusa a sua lógica final, por isso devemos procurar o sentido frase a frase e verificar o histórico da personalidade do homenageado, enquadrando-a dentro do contexto geral.

Diz a tradição que ao recitar-se um Oríkì para um determinado Orixá, ele se faz presente junto de nós, em forma de agradecimento pela homenagem a ele feita.

 

Abaixo segue-se um exemplo de Oriki para Nanã:

  

Okiti Kata, Ekùn A Pa Eran Má Ni YanOkiti Katala

Leopardo que mata um animal e o como sem assá-lo.

 

Olu Gbongbo Ko Sun Ebi Eje

Dono de uma bengala, não dorme e tem sede de sangue.

 

Gosungosun On Wo Ewu Eje

Salpicado com Osun, seu traje parece coberto de sangue

 

KO Pá Eni Ko Je Oka Odun

Ele só poderá comer massa no dia da festa, se tiver matado algúem.

 

A Ni Esin O Ni Kange

Ele tem o cavalo, ele tem o guizo.

 

Odo Bara OtoluRioOmi a Dake Je Pa Eni

Água adormecida que mata alguém sem preveni-lo

 

Omo Opara Ogan Ndanu

Filho de Opara

 

Sese Iba OOrixá , respeitoIba Iye Ni Mo Mo Je Ni Ko Je Ti Arun

Louvo a vida e não a cabeça

 

Emi Wa Foribale Fun Sese

Venho prostar-me diante do Orixá.

 

Oluidu Pe O papa

Presto homenagem aos ancestrais.

 

Ele Adie Ko Tuka

Aquele que tem frango, não depena vivo.

 

Yeye Mi Ni Bariba Li Akoko

Minha mãe estava primeiramente em Bariba.

 

Emi Ako Ni Ala Mo Le Gbe Agada

Eu o primeiro a poder usar a espada.

 

Emi A Wa Kiyà Onile Ki Ile

Venho saudar o dono da terra para que ele me proteja.

 

 

 

ERVAS______________________________________________________________________

 

Agapanto - É um vegetal pertencente a Oxalá, Nanã e a Obaluaiê. O branco é de Oxalá e o lilás é da deusa das chuvas e do orixá das endemias e das epidemias. É também aplicado como ornamento em pejis, e banhos dos filhos destes orixás. Não possui uso na medicina popular.
Altéia/Malvarisco - Muito empregada nos banhos de descarrego e na purificação das pedras dos orixá Nanã, Oxum, Oxumare, Iansã e Iemanjá. Muito prestigiada nos bochechos e gargarejos, nas inflamações da boca e garganta.
Angelim amargoso/Morcegueira - Pertence a Nanã e Exu. Muito usada em carpintaria, por ser madeira de lei. Folhas e flores são utilizadas nos abô dos filhos de Nanã. As cascas dizem respeito a Exu, elas são aplicadas em banhos fortes de descarrego, com o propósito de destruir os fluidos negativos.
assapeixe.jpg (24060 bytes)Assa peixe - Usada em banhos de limpeza e nos bori dos filhos do orixá das chuvas. Na medicina popular ela é aplicada nas afecções do aparelho respiratório em forma de xarope. Utilizada como hemostático.
Avenca - Vegetal delicadíssimo e mimoso. Tem emprego nas obrigações de cabeça e nos abô embora ela mereça ser economizada em face de sua delicadeza para ornamento. A medicina popular indica as folhas para debelar catarros brônquios e tosses.
Cedrinho - Este vegetal possui muitas variedades, todas elas pertencentes a deusa das chuvas. Sua aplicação é total na liturgia dos cultos afro-brasileiros. Empregado nas obrigações de cabeça, nos abô, banhos de corpo inteiro e nos de purificação. Excelente abô de ori, tonificador da aura. Em seu uso caseiro combate as disenterias, suas folhas em cozimento em banhos ou chá curam hérnias. É tônico febril rebeldes.
Cipreste - Aplicada nas obrigações de cabeça e nos banhos de purificação e descarrego. A medicina popular indica banhos desta erva para tratar feridas e o chá para curar úlceras.
gervao.jpg (63575 bytes)Gervão - Além de ser folha sagrada de Nanã, também é Xangô. Sem aplicação nas obrigações rituais. A medicina caseira a indica no tratamento das doenças do fígado, levando suas folhas em cozimento adicionando juntamente raízes de erva-tostão. O chá do gervão também debela as doenças dos rins.
Manacá - Seu uso ritualístico se limita aos banhos de descarrego. Muito empregada na magia amorosa. Nesse sentido, ela é usada em banhos misturada com girassol e mil homens. O chá de suas raízes é utilizado pela medicina caseira para facilitar o fluxo menstrual.
Quaresma/Quaresmeira - Esta arvoreta tem aplicação em todas as obrigações de cabeça, nos abô e nos banhos de limpeza e purificação dos filhos da deusa das chuvas. Durante o ritual toda a planta é aproveitada, exceto a raiz. A medicina caseira a indica nos males renais e da bexiga, em chá.
Quitoco - Usada em banhos de descarrego ou limpeza. Para a medicina popular esta erva resolve males do estômago, tumores e abscessos. Internamente é usado o chá, nos tumores aplica-se as folhas socadas.

 

 

 

IGUARIAS___________________________________________________________________

 

 

Ebô para Nanã

 

Ingredientes: 500g de quirerinha branca; 1 côco; azeite de oliva.


Modo de preparo: Cozinhe a quirerinha com bastante água para que ela fique meio "papa", tempere com oliva, coloque em uma tigela de louça, descasque , rale o côco com ele cubra a quirerinha.

 

 

 

REZAS______________________________________________________________________

 

Gbàdúrà Nàná

 

A ire Nàná, a ire Nàná a awo

Faça-nos felizes, Nanã, felizes nós que a cultuamos Nanã

Nàná a awo pèlé-pèlé a ní 'mbá sí ló

Nanã, nós a cultuamos e cuidadosamente vamos embora juntos

Àwa ní omo l'awo

Nós somos filhos do culto

Pèlé-pèlé aní 'mbá sí ló

Cuidadosamente estamos indo embora juntos

Àwa ní omo l'awo

Nós somos filhos do culto